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Efigênia Rolim celebra 87 anos com exposição no Memorial de Curitiba - Foto: Cido Marques© 2018

Festejando o aniversário da poeta e artista plástica brasileira, Efigênia Ramos Rolim, a Fundação Cultural de Curitiba e os amigos da artista realizam uma exposição de suas obras no Memorial de Curitiba. Artista popular, inquieta e sonhadora, mais conhecida como a “Rainha do Papel de Bala”, Efigênia dá vida à sua arte usando o lixo como matéria-prima para construir objetos artísticos que refletem seu olhar fantástico do cotidiano. Suas esculturas com material reaproveitado se transformam em animais, objetos variados e criaturas idealizadas por ela. Além de homenagear a artista, que completa 87 anos, a mostra também tem como objetivo ajudar Efigênia a comprar uma casa no litoral de Santa Catarina com a venda das obras. Ela está com os pulmões comprometidos e não pode mais trabalhar com lixo reciclável. Precisa mudar para Itapoá e ficar mais perto das filhas. A peça mais importante da exposição é uma noiva feita com o que sobrou de um paraquedas. Há ainda peças de vestuário, carrinhos de madeira customizados e um grande número de personagens realizados com material reciclado que remetem a histórias irreais, surgidas da sua imaginação. A Rainha Em seus quase trinta anos de carreira artística Efigênia é também autora de oito livros de poesia e contadora de história. Conseguiu transitar por diversos espaços do cenário artístico e cultural da capital paranaense como a Feira do Poeta e a Ferinha do Largo da Ordem desde a década de 1990, e em ateliês coletivos como a Galeria de Arte Reciclada “As três rainhas”, a “Sala do Artista Popular” da Secretaria de Estado da Cultura e o Museu Oscar Niemeyer. Já teve sua obra exposta ao lado de nomes como Arthur Bispo do Rosário, recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, a mais alta honraria concedida pelo órgão aos artistas brasileiros, recebeu título de Cidadã Honorária da Cidade de Curitiba, foi personagem de livros e de dois documentários – “Rainha do Papel”, dos paranaenses Estevan Silveira e Tiomkim (1999) e “O Filme da Rainha” do argentino Sérgio Mercurio (2006). A história dela está contada no Livro “A Viagem de Efigênia Rolim nas Asas do Peixe Voador”, de autoria da jornalista paranaense Dinah Ribas Pinheiro. Participou recentemente do 66º Salão Paranaense e da exposição de obras do acervo no Museu Oscar Niemeyer, com a instalação A Rainha do Planeta. Atualmente participa da polêmica exposição Queer Museu, na Escola de Artes Visuais, no Parque Lage, do Rio de janeiro. Exposição em Homenagem à Efigênia Rolim 22/09 (Sábado) e 23/09 (Domingo) Memorial de Curitiba. Mezanino 1 Curitiba - Paraná - Brasil



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