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26.12.2017Inovação, descentralização e fomento à produção artística foram destaques de 2017 na FCC

Inovação, fomento à produção cultural e grande capacidade de reorganização marcaram o primeiro ano desta gestão na Fundação Cultural de Curitiba. O saldo foi positivo, apesar da crise econômica, e todos os 75 espaços culturais da FCC tiveram uma programação permanente, contabilizando em 2017 quase 7 mil ações e mais de 1,8 milhão de atendimentos. De todas as ações realizadas, mais de 60% atenderam a população dos bairros de Curitiba.

Com o objetivo de descentralizar a cultura e garantir oportunidades a todos os cidadãos, foram lançados novos programas, como o Pavilhão Étnico, MusicaR, Vivências e Convivências 60+, Domingo de Bolso, Linha das Artes e Patrimônio, Roda de Samba, Espaço do Servidor, Arte na Feira (Santa Felicidade) e, neste final de ano, o Luz dos Pinhais – Natal de Curitiba. Inúmeras atividades foram programadas pelas coordenações e núcleos regionais da FCC nas áreas de música, teatro, cinema, literatura e artes visuais.

Agenda – Com a meta de promover uma programação cultural diversificada, a Fundação Cultural manteve a agenda de apresentações dos seus grupos artísticos. A Camerata Antiqua de Curitiba realizou mais de 50 concertos durante o ano e o Coral Brasileirinho lançou o seu primeiro CD. A agenda musical incluiu os preparativos da 35ª Oficina de Música de Curitiba, que acontece no final de janeiro.

A Fundação Cultural também foi importante parceira na realização de grandes eventos, como a Bienal de Curitiba, Zombie Walk, Olhar de Cinema, Festival Internacional de Graffiti – Street of Styles, Festival Nacional da Arte Capoeira, Semana Cultural de Curitiba, Marcha da Diversidade, Mostra Paranaense de Dança, Festival Internacional de Hip Hop, Festival Folclórico e de Etnias do Paraná, Festival de Inverno do Centro Histórico, Litercultura, Semana Literária do SESC, Shinobi e Traços Curitibanos, Festival de Ópera, Festival Subtropikal, celebrações do Mês da Consciência Negra, entre outros.

Na área de patrimônio cultural houve grandes avanços, com a nomeação dos membros do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural e a criação do Fundo de Patrimônio Cultural, formado com recursos de dotação orçamentária e de outras fontes. Também merece destaque a utilização do Sistema Pergamum para catalogação e armazenamento de dados dos acervos de documentos e de obras da Fundação Cultural de Curitiba, a ação educativa realizada junto aos espaços e monumentos históricos e o trabalho de remoção das pichações na Praça 19 de Dezembro (em parceria com a iniciativa privada).

Investimentos – Os investimentos em cultura foram retomados. Foram lançados três novos editais do Fundo Municipal da Cultura no valor de R$ 2,5 milhões para a programação do Teatro do Paiol, para a produção audiovisual e para as escolas de samba de Curitiba, que receberam antecipadamente a verba do desfile e agora podem preparar melhor o Carnaval de 2018. Além disso, o incentivo fiscal da Prefeitura permitiu a captação de R$ 12,8 milhões para projetos aprovados em editais do Mecenato Subsidiado. Mais 10 novos editais do Fundo serão lançados no início do próximo ano, no valor total de R$ 3,2 milhões.

Na parte de infraestrutura, os trabalhos não pararam. As obras do Cine Passeio continuam e a entrega deste novo centro cultural está prevista para o primeiro trimestre de 2018. O Teatro do Paiol está em reformas. Obras e melhorias foram realizadas na Cinemateca, no Teatro Cleon Jacques, no Memorial de Curitiba, no Centro Cultural Miguel de Cervantes, na Capela Santa Maria, na reserva técnica do Memorial de Curitiba, no Bondinho, no Ateliê de Escultura do Centro de Criatividade, no Solar dos Guimarães e na Casa Kozák, que foi reaberta como Casa da Leitura.

Economia – A otimização no uso dos espaços administrativos da Fundação Cultural contribuiu para a economia da Prefeitura em relação a aluguel de imóveis. Em janeiro, a FCC passou a compartilhar o Moinho Rebouças, sua sede, com a Agência Curitiba de Desenvolvimento. Com a mudança, o Moinho passou a ser denominado “Engenho da Inovação”, por abrigar ainda as ações do Programa Vale do Pinhão.

A ocupação do Palacete Wolff, na Praça Garibaldi, pelo Instituto Curitiba de Turismo, teve o mesmo propósito de economia aos cofres públicos. Sua localização estratégica no centro histórico atendeu as necessidades administrativas do órgão responsável pelo turismo na cidade, enquanto que para a Fundação Cultural foi uma forma de reduzir custos. A Coordenação de Literatura da FCC, que ocupava o espaço, foi transferida para o Solar dos Guimarães, ao lado do Conservatório de MPB, enquanto a Casa da Leitura Dario Vellozo foi transferida para a Rua da Cidadania do Boa Vista, única que não contava com este tipo de equipamento. O Teatro do Piá, localizado no pátio interno do Palacete, continua com a FCC e retomou a sua programação em outubro. A análise dos contratos de prestação de serviço permitiu outra medida de economia: a devolução de veículos à Cotrans, já no início da gestão.

Todo o trabalho de reorganização proposto neste primeiro ano da gestão do prefeito Rafael Greca já foi apresentado aos membros do novo Conselho Municipal da Cultura, nomeado este ano, garantindo a participação da comunidade e da classe artística na condução da política pública de cultura. Esse trabalho permitiu que a FCC entrasse em 2018 com todo vigor. O calendário começa com a 35ª Oficina de Música de Curitiba, com a realização simultânea das fases de música erudita e música popular brasileira. Logo em seguida vem o Carnaval, estando confirmadas as tradicionais atrações pré-carnavalescas – bloco Garibaldis e Sacis, Zombie Walk e Psycho Carnival.

 

Autor: Assessoria de Imprensa

Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

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