19.07.2018Para prefeito, nova escultura na Praça do Japão é símbolo de integração da cidade

O prefeito Rafael Greca entregou na manhã desta quinta-feira (19/7) a peça "Curitiba", de Tomie Ohtake, instalada na Praça do Japão, no Água Verde. “Esta escultura está aqui para lembrar que o egoísmo não cabe em Curitiba”, disse o prefeito. “Não se pode dividir a cidade em Norte e Sul, Curitiba é uma só”, completou.

Durante a inauguração, Greca também anunciou a abertura da licitação para as obras da segunda etapa do Ligeirão Norte-Sul, desde o Santa Cândida até o Capão Raso, que vai benefíciar mais de 160 mil passageiros por dia.

União de povos
Segundo o prefeito, a grande escultura vermelha de Tomie, com 7 metros de altura, é um símbolo da inovação da cidade e, onde foi instalada, representa a integração de Curitiba.

Trata-se da segunda obra da artista instalada em ambiente público na capital paranaense. Outra escultura, com 11 metros de altura, fica no Museu Municipal de Arte (MuMA) – Portão Cultural. Ela foi criada especialmente para Curitiba celebrar o centenário de amizade Brasil-Japão.

Durante a solenidade desta quinta-feira, a união dos dois povos foi lembrada mais uma vez. Para o vice-governador da província de Hyogo, Kazuo Kanazawa, é possível perceber a tradição japonesa enraizada em Curitiba. “Agradecemos e desejamos que esse trabalho para fortalecimento dos laços continue sempre”, destacou em seu discurso.

O evento contou com apresentação do grupo de tambores japoneses Wakaba Taiko, e a Banda Lyra Curitibana executou o Hino do Japão antes do Hino de Curitiba.

“A escultura representa muito bem essa a união entre o Brasil e o Japão”, disse Greca. “E ao recordar Tomie Ohtake, ao venerar os pioneiros japoneses que vieram multiplicar civilização entre nós, dizemos que viva sempre, em nosso coração, o amor por Curitiba.”

A obra
Feita em aço, a escultura vermelha tem 7 metros de altura e é o marco na paisagem urbana de mais uma homenagem da cidade à comunidade nipônica curitibana e paranaense. “Dizia Tomie que a obra era alusão ao sol e à lua, aos ideogramas que representam os astros”, explicou o prefeito, “Eu e Margarita enxergamos também as ondas do mar que trouxeram os imigrantes”, completou.

Presenças
Participaram da solenidade o presidente do Instituto Tomie Ohtake, o arquiteto Ricardo Ohtake (filho de Tomie); o prefeito de Nishinomiya, Toshio Ishii; o prefeito de Kakogawa, Yasuhiro Okada; o presidente da Associação Cultural e Beneficente Nipo Brasileira de Curitiba (Nikkei Curitiba), Rui Hara; o secretário de Planejamento e Políticas de Himeji, Kimihiro Ando; e o Diretor Presidente da Casa Hyogo do Escritório de Representação do Governo de Hyogo no Brasil, Nobuyuki Nagata.
Além deles: a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Cristina de Castro; a secretária Municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias; a secretária Municipal da Educação, Maria Silvia Bacila; o secretário Municipal do Governo e presidente do Ippuc, Luiz Fernando Jamur. O presidente da Câmara Municipal de Curitiba, vereador Serginho do Posto; e o administrador da Regional Portão, Gerson Gunha.

Autor: Assessoria de Imprensa

Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

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