02.03.2015Curso de violino é destaque na regional Boa Vista

Os 7 cursos ofertados na regional Boa Vista iniciaram no dia 9 de fevereiro (segunda-feira), mas ainda há vagas pois, devido ao feriado de carnaval, as turmas ainda estão abertas. O curso mais procurado até agora foi o de violino, ministrado pelo professor Luís Sérgio Della Roveri toda quarta-feira, das 8h às 17h30, e que conta com o total de 10 alunos até agora.

Além da regional Boa Vista, o professor dá aulas de violino nas Ruas da Cidadania Matriz e Cajuru. Luís Roveri estudou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, integrou orquestras e deu aulas em escolas e igrejas evangélicas. As aulas do curso de violino são individuais, com meia hora cada. Esse método é adotado para que o professor possa dar mais atenção aos alunos, já que a idade e o nível de aprendizado difere para cada estudante.

Para o professor, os cursos das regionais são bons pela publicidade que eles têm, o que facilita a procura das pessoas que querem estudar. Além disso, o valor é acessível e isso ajuda os que não tem acesso e não podem pagar uma aula ou escola particular. “O interesse nas aulas é muito individual, alguns alunos realmente querem aprender e alguns não são tão comprometidos. Princípalmente nas férias de fim de ano, que são muito longas, esses alunos acabam perdendo a prática e decidem desistir”, disse Roveri. Ele explica que esse problema dificulta a criação de uma orquestra por exemplo, já que as turmas estão sempre se renovando.

Alunos -
Os pais Karina e Vinicius Santos acompanham o filho de 6 anos, Gustavo Santos, em sua primeira aula de violino. Para eles o curso da regional é acessível pois fica perto da casa e do trabalho de ambos. A mãe ficou sabendo do curso por meio de um panfleto que continha as atividades infantis da regional. “Nós sempre incentivamos ele a ler e a ir em eventos de música, assistir orquestras e outras coisas. Sempre quisemos que ele estudasse algum instrumento e ele acabou escolhendo o violino”, disse Karina Santos.

A aluna Alanys Moreira, de 13 anos, frequenta as aulas desde outubro de 2014. Ela faz o curso na regional porque fica perto da sua casa e para ela, isso incentiva e facílita o acesso. “Eu escolhi o violino porque sempre achei linda a música clássica e o som do instrumento”, diz. Alanys gosta das aulas principalmente pelo professor, que tem bastante paciência e uma boa didática para ensinar quem está iniciando na prática do instrumento. “Eu pretendo continuar no curso e quem sabe um dia me tornar uma profissional”, finaliza.

Vagas –
Nas regionais Boa Vista, Pinheirinho e Cajuru todos os cursos ainda estão com as turmas abertas. Na regional Santa Felicidade o único curso que já está fechado é o de violino. Na Matriz o curso de violão dispõe de 18 vagas na segunda e 30 vagas na terça-feira, o curso de violino ainda tem 24 vagas, o de técnica vocal 6 vagas na segunda e 4 vagas na sexta-feira e o curso de teclado possui 3 vagas. Na regional Boqueirão o curso de acordeon tem 5 vagas, o de ballet 10 vagas, o de teclado 21 vagas, o de violão tem 8 vagas na segunda e 16 vagas nas quartas-feiras e sábados e o curso de violino dispõe de apenas 2 vagas. Na regional Bairro novo, o curso de desenho possui 11 vagas, o curso de pintura em tela e de teclado tem 7 vagas cada e no curso de violão não há nenhuma vaga disponível.

Na regional Portão, o curso de desenho artístico e pintura em tela tem 10 vagas, o curso de violino 4 vagas, o de teclado 3 vagas, o de dança do ventre 5 vagas e as turmas do curso de teatro ainda não foram fechadas. Neste último sábado (28), o professor de teatro, Rodrigo de Anhaia, realizou uma reunião com os interessados para explicar sobre o curso, fazer as inscrições e definir e separar as turmas. As aulas iniciam em março.

Para ver a lista completa com horários e datas dos cursos de cada regional, clique nos links abaixo:
- Regional Matriz
- Regional Bairro Novo
- Regional Boa Vista
- Regional Boqueirão
- Regional Cajuru
- Regional Pinheirinho
- Regional Portão
- Regional Santa Felicidade

Autor: Assessoria de Imprensa

Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

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